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DALETH · Estruturação de Negócios
Ao seu lado na construção da sua história.
Empreendimentos · Obras paradas

Quando a obra para, o problema quase nunca é só um

Costuma ser jurídico, técnico e financeiro ao mesmo tempo, e cada frente trava a outra. Trabalhamos com quem construiu, com quem comprou e com quem avalia assumir o empreendimento.

Primeiras duas semanas

O que fazer antes de decidir qualquer coisa

As primeiras semanas definem o espaço de manobra. Esta é a sequência que preserva tempo e posição.

  1. Reúna a documentação. Contrato, memorial, registro da incorporação, comprovantes de pagamento e toda comunicação recebida.
  2. Descubra o regime. Saber se há patrimônio de afetação muda os caminhos possíveis.
  3. Levante o estado real da obra. O que foi executado, o que falta e em que condição está.
  4. Mapeie quem decide. Construtora, credores, poder público, e quem fala pelo grupo de compradores.
  5. Organize o grupo. Um grupo decide melhor com uma comissão pequena que fale por todos.
  6. Só então escolha o caminho. Retomar com a incorporadora, com novo investidor ou pelos adquirentes.
O que reunir
  • Contrato de compra e quadro resumo.
  • Registro da incorporação e memorial descritivo.
  • Matrícula atualizada do imóvel.
  • Comprovantes de pagamento e saldo devedor.
  • Notificações, atas e comunicados recebidos.
  • Processos em curso, se houver.
  • Fotos recentes e data da última medição conhecida.

Esta lista não substitui orientação jurídica. Ela serve para a conversa começar com informação, e não com suposição.

Por onde começamos
  • Diagnóstico jurídico. Contratos, registro, garantias, ações em curso e o que cada instrumento permite.
  • Diagnóstico técnico. O que foi executado, o que falta, em que estado está e quanto custa retomar.
  • Diagnóstico financeiro. Passivo, recebíveis, caixa necessário e exposição de cada interessado.
  • Mapa dos envolvidos. Incorporadora, adquirentes, credores, poder público e fornecedores.
  • Alternativas de retomada. Com custo, prazo e risco de cada caminho.
Quem contrata

Três situações diferentes

A incorporadora

Quer retomar, e precisa de um plano que o mercado e os credores aceitem.

O grupo de adquirentes

Comprou, não recebeu e precisa de um caminho técnico para decidir em conjunto.

Um investidor

Avalia assumir o empreendimento e precisa medir o passivo antes de entrar.

O que este trabalho não é

Não é ação judicial. Não substituímos advogado, e boa parte dos casos exige um. O que fazemos é entender o que existe, comparar caminhos e montar o arranjo que abre caminho para a obra voltar, quando esse for o melhor caminho.

Quem conduz o trabalho já acompanhou ciclos completos de incorporação, do terreno à entrega, e é daí que vem a leitura do que ainda é recuperável. Quem conduz o trabalho →

Também não é promessa de retomada. Há empreendimentos em que o melhor caminho não é continuar, e isso precisa ser dito com número na mesa.

Quanto mais tempo a obra fica parada, maior tende a ser o custo de retomar. O primeiro trabalho é medir esse custo, e não prometer prazo de volta.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar sobre obra parada

Somos um grupo de compradores. Vocês trabalham para nós?

Sim, esta página também é para vocês. O trabalho começa organizando a informação do grupo e termina em alternativas de retomada, com custo e risco de cada uma.

Vocês assumem a obra?

Não executamos a obra. Estruturamos a retomada e acompanhamos quem vai executar, seja a incorporadora original, uma nova construtora ou um investidor que assuma o empreendimento.

Precisamos de advogado?

Na maioria dos casos, sim. Trabalhamos junto com o jurídico das partes ou com escritórios parceiros, e a área jurídica costuma ser a que destrava as demais.

Quanto tempo leva um diagnóstico desses?

Mais do que um diagnóstico comum, porque envolve terceiros e documentação dispersa. O prazo é definido no diagnóstico, depois da conversa de enquadramento.

Para continuar: estruturação de capital para a retomada, organização da empresa ou quem conduz o trabalho.

Como começa

A conversa de enquadramento não tem custo, nem compromisso

Conte a situação da obra e quem está do seu lado da mesa: construtora, credores ou adquirentes. Respondemos com uma leitura do que ainda é recuperável e do que precisa ser levantado primeiro.

  • Sem compromisso de contratação. A conversa de enquadramento não obriga a nada, e o diagnóstico não obriga a seguir para a estruturação.
  • Escopo escrito antes de começar. Prazo e valor definidos caso a caso.
  • Confidencialidade. Documentos e números do cliente não circulam fora do trabalho.