Quatro movimentos, uma mesma lógica de decisão
Mapear, modelar, estruturar e conduzir. O mesmo caminho vale para um terreno, um empreendimento em andamento, uma empresa inteira ou uma demanda de capital. O que muda é por onde se entra e a profundidade de cada movimento.
Antes de construir, é preciso modelar. Antes de avançar, é preciso estruturar.
Entender antes de recomendar
Levantamos o que existe e o que falta: contratos, números, projeto, documentação, estrutura societária, histórico com bancos e parceiros. Lemos a situação real, e não o sintoma que apareceu primeiro.
Parte do valor aparece antes de qualquer recomendação: reunir num só lugar o que hoje está em documentos diferentes já muda a conversa.
- Mapa da situação, com o que está decidido e o que ainda está em aberto.
- Decisões críticas: o que precisa ser resolvido antes do próximo passo.
- Lacunas de informação, e o que é preciso levantar para fechá-las.
- Riscos visíveis e prioridades.
Desenhar caminhos antes de escolher
Aqui ainda não se decide: compara-se. É neste movimento que o repertório entra. Um mesmo ativo produz negócios diferentes conforme a forma como é modelado, e comparar essas formas lado a lado, com o que cada uma custa, exige e devolve, é todo o trabalho deste movimento.
Nada é tratado como definitivo antes da comparação, e as premissas de cada caminho ficam escritas.
- Alternativas comparadas lado a lado, com premissas escritas.
- Cenários de preço, ritmo de vendas, exposição de caixa e retorno.
- Consequências de cada caminho, inclusive as desconfortáveis.
- Um caminho recomendado, discutido com o cliente antes de virar decisão.
Transformar a decisão em uma operação capaz de funcionar
Aqui a comparação já virou escolha. O caminho que saiu do movimento anterior precisa existir no papel do mesmo jeito que existe na prática: arranjo societário, regime tributário, documentação da incorporação, garantias, cronograma físico e financeiro, e a forma como o recurso entra na operação.
Estruturar é o que separa uma boa ideia de uma operação que o mercado, o banco e o cartório reconhecem.
- Estrutura societária e tributária definida e implantada com os profissionais da empresa.
- Documentação da operação organizada, no padrão que a análise externa exige.
- Cronogramas compatíveis entre si e com a realidade da obra.
- Desenho financeiro e de funding, com as fontes que fazem sentido para o caso.
Fazer a estrutura funcionar fora da planilha
A parte que costuma faltar. Acompanhamos a implantação junto de quem executa: revalidamos dados, verificamos o que foi combinado, cobramos prazos e corrigimos a rota quando a realidade muda.
A execução, obra, vendas e projeto, continua com a empresa e com os seus fornecedores. O nosso papel é conduzir a decisão até ela virar rotina que se sustenta.
- Reuniões de decisão com cenário revisado, e não relatório para arquivar.
- Acompanhamento de obra, vendas, medições e liberações.
- Interlocução com banco, investidor, jurídico e contabilidade.
- Correção de rota registrada, com a consequência de cada mudança.
Do primeiro contato à implantação
Cada passo é uma decisão separada. Nenhum deles obriga o seguinte.
- Conversa de enquadramento. Sem custo. Entender o momento, validar aderência e definir qual é o próximo passo certo. Não é diagnóstico, e não entrega solução detalhada.
- Diagnóstico de estruturação. O primeiro trabalho pago: mapear, organizar a informação, identificar as decisões críticas e modelar as primeiras alternativas. Termina em um plano e em uma proposta de estruturação.
- Estruturação. Projeto com escopo definido, que transforma a decisão escolhida em operação.
- Condução. Acompanhamento da implantação, com periodicidade combinada, até a estrutura se sustentar.
Escopo, prazo e valor são definidos caso a caso e formalizados por escrito antes de cada etapa começar. Nada aqui depende de aprovação de crédito, de captação ou de resultado de terceiros.
O que costumam perguntar sobre o método
O método muda conforme o caso?
A sequência não muda: mapear, modelar, estruturar e conduzir. O que muda é a profundidade de cada movimento e o ponto de entrada. Um terreno a decidir, uma empresa em crescimento e uma obra parada começam em lugares diferentes do mesmo caminho.
Dá para contratar só uma parte?
Dá. Há casos que terminam no diagnóstico, com um plano que a própria empresa executa. Outros seguem para a estruturação, e alguns pedem condução até a implantação. Cada passo é uma decisão separada.
Qual a diferença entre modelar e estruturar?
Modelar é desenhar os caminhos possíveis e comparar as consequências de cada um: risco, caixa, retorno, tributação, produto, prazo. Estruturar é transformar o caminho escolhido em uma operação que funciona: societário, tributário, documental, financeiro e de funding.
Vocês executam o que foi estruturado?
Não. A execução continua com a empresa e com os seus fornecedores. Conduzir, aqui, é acompanhar a implantação, revalidar dados, verificar o que foi combinado e corrigir a rota até a estrutura funcionar fora da planilha.
Para continuar: como começa um trabalho, o repertório de modelagens ou a dimensão de Empreendimentos.
Comece pela conversa, não pela estruturação
Conte o momento do empreendimento ou da empresa, e nós dizemos por qual dos quatro movimentos o seu caso começa, e o que ele exige.
- Sem compromisso de contratação. A conversa de enquadramento não obriga a nada, e o diagnóstico não obriga a seguir para a estruturação.
- Escopo escrito antes de começar. Prazo e valor definidos caso a caso.
- Confidencialidade. Documentos e números do cliente não circulam fora do trabalho.