Primeiro o negócio. Depois o capital
A DALETH não começa procurando dinheiro: primeiro entende o que se pretende realizar, estrutura o negócio e só então avalia a combinação de capital mais aderente. O funding é um insumo da estrutura, ao lado do terreno, do produto, do conhecimento, da capacidade de execução, do mercado e do tempo. Entra quando o planejamento mostra que falta recurso, ou quando o recurso já existe e precisa entrar bem estruturado.
Não se trata apenas de acessar capital. Trata-se de ampliar o que é possível realizar com os recursos disponíveis: mais empreendimentos, projetos maiores, capital próprio preservado, risco compartilhado e maior capacidade de execução, quando o negócio comporta.
O trabalho cobre da fonte certa de recurso até a forma como ele entra na operação:
- Enquadramento. Qual fonte serve a esta empresa e a este projeto.
- Crédito bancário. Preparação da empresa e da operação para a análise.
- Investidores. Inclusive os que o cliente já tem, com a estrutura adequada de entrada.
- Mercado de capitais. Operações estruturadas, quando o porte e o projeto comportam.
- Documentação. O que sustenta liberações e medições depois da contratação.
Preparar não é garantir
Quem aprova crédito é o financiador, e quem decide investir é o investidor. O que fazemos é diferente e é onde está o trabalho: levar a operação na forma em que ela é analisada, com a empresa organizada, o projeto consistente e a documentação em ordem.
Há clientes que já têm o investidor. O trabalho ali não é procurar dinheiro: é estruturar para que esse dinheiro entre bem.
O que costuma travar uma análise
Empresa
Contabilidade desatualizada, certidões pendentes, estrutura societária confusa.
Projeto
Orçamento incompatível com o cronograma, ou premissas que não se sustentam.
Documentação
Terreno, licenças e incorporação fora da ordem exigida.
Tempo
O recurso é procurado quando já não há margem para negociar condições.
O que costumam perguntar sobre capital
Vocês garantem a aprovação do crédito?
Não, e ninguém pode garantir. Preparamos a empresa e a operação para a análise, e dizemos antes o que essa análise vai perguntar.
Como o trabalho é contratado nesta dimensão?
Do mesmo modo que nas outras: escopo, prazo e valor definidos por escrito antes de cada etapa começar, a partir da conversa de enquadramento. Nada aqui depende de aprovação de crédito nem de captação.
Já tenho investidor. Ainda faz sentido?
Faz. A estruturação define como esse recurso entra, com qual arranjo societário, qual garantia e qual regra de saída.
Vocês trabalham com financiamento à produção na Caixa?
Sim, quando é o caminho adequado ao projeto e à empresa. A preparação para esse tipo de operação tem exigências próprias, inclusive de cronograma e medição.
Para continuar: simular a estrutura de capital, viabilidade e cronograma do empreendimento ou as nove modelagens.
Antes de falar em capital, uma conversa sem custo
Conte o momento da empresa e do recurso que você já tem ou precisa buscar. Respondemos com uma leitura do que a análise externa vai perguntar antes de o recurso entrar.
- Sem compromisso de contratação. A conversa de enquadramento não obriga a nada, e o diagnóstico não obriga a seguir para a estruturação.
- Escopo escrito antes de começar. Prazo e valor definidos caso a caso.
- Confidencialidade. Documentos e números do cliente não circulam fora do trabalho.