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DALETH · Estruturação de Negócios
Ao seu lado na construção da sua história.
Empreendimentos · Simulador de exposição de caixa

A mesma obra, estruturas de capital diferentes

Nesta simulação o resultado ao fim do ciclo sai igual nos três cenários, porque ela não cobra o custo de cada instrumento. O que muda, e muda muito, é quanto capital próprio você precisa sustentar até a entrega. Mexa nos controles abaixo e veja esse efeito na exposição de caixa. São números de exemplo, e não uma leitura do seu projeto.

Como a estrutura de capital muda a exposição de caixa

Comece por um dos três arranjos e depois ajuste os controles como quiser.

Terreno pago em dinheiro, sem antecipar vendas nem tomar crédito de obra. Você sustenta sozinho o caixa até a entrega.

Os controles abaixo só respondem com JavaScript ativo. Sem ele, os números que aparecem são os do cenário de capital próprio: exposição máxima de R$ 16,4 mi no mês 24 e resultado de R$ 3,60 mi ao fim do ciclo.

Valor geral de vendas do projeto, de R$ 5 a 50 mi. Ele dá a escala de tudo o que vem a seguir.
Peso do terreno no total, de 8% a 25%. Quanto maior, maior o capital comprometido logo na compra.
Parte do terreno trocada por unidades prontas, em vez de paga em dinheiro no início.
Quanto do VGV é vendido e recebido ainda durante a obra, em vez de só na entrega.
Parte do custo da obra paga com crédito, liberado conforme o andamento e quitado depois da entrega.
R$ 16,4 miExposição máxima de caixa: o capital próprio que o projeto chega a exigir no pior momento do fluxo.
mês 24Mês do pico: quando a exposição chega ao máximo, antes de as vendas e a entrega aliviarem o caixa.
R$ 3,60 miResultado ao fim do ciclo: aqui ele nem muda, porque a simulação não cobra o custo dos instrumentos. O que muda é o capital exigido no caminho até lá.

Saldo acumulado ao longo de 30 meses

Nos três cenários o resultado final é o mesmo; o que muda é quanto capital você precisa sustentar no caminho, e por quanto tempo.

Premissas fixas desta simulação: obra de 24 meses com desembolso linear, custo de obra equivalente a 55% do VGV e despesas de 12%. Vendas na planta são recebidas ao longo da obra, e o restante na entrega. O crédito é liberado conforme o avanço da obra e quitado três meses após a conclusão. Esta simulação não cobra o custo de cada instrumento: não há juros no crédito, prêmio na permuta nem deságio na venda na planta. É por isso que o resultado ao fim do ciclo sai igual nos três cenários: o que ela mostra é o efeito no caixa, não na margem. Em um projeto real o custo de cada instrumento entra na conta, e é isso que um estudo de viabilidade apura, caso a caso.

O que é exposição máxima de caixa

Em um empreendimento, o dinheiro sai antes de entrar. O terreno é pago no começo, a obra consome caixa mês a mês, e boa parte do que se vende só é recebida na entrega. A diferença entre o que já saiu e o que já entrou é a exposição de caixa. O pior momento dessa diferença é a exposição máxima: o capital próprio que o projeto precisa ter disponível para não parar no meio.

É esse número, e não o lucro final, que decide se uma empresa consegue tocar um empreendimento com os próprios recursos. Dois projetos com resultado parecido podem exigir capital muito diferente no caminho. É aí que entram a permuta do terreno, a venda na planta e o crédito de obra: cada um desloca parte do desembolso para outro momento do ciclo.

Nenhum desses instrumentos é de graça. A permuta troca dinheiro hoje por unidades amanhã. A venda na planta antecipa caixa em troca de preço. O crédito tem custo, exige garantia e passa por aprovação. Escolher entre eles é comparar efeito no caixa, custo e risco, com número na mesa, e é isso que o estudo de viabilidade faz.

Tem um terreno específico em mente? Veja o comparador de vender, permutar ou incorporar. Se a dúvida é a fonte do recurso, a dimensão de Capital trata disso.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar sobre exposição de caixa

O que é exposição de caixa em uma incorporação?

É a diferença entre o que já saiu e o que já entrou no projeto. Enquanto terreno e obra consomem dinheiro na frente do que as vendas trazem, alguém precisa cobrir essa diferença. O pior momento dela é a exposição máxima: o capital próprio que o projeto precisa ter disponível para não parar.

Vender na planta reduz o capital próprio necessário?

Reduz, porque antecipa para o período de obra parte do dinheiro que só entraria na entrega. Em troca, costuma haver preço menor e compromisso de prazo. O quanto compensa depende do projeto e da praça.

Crédito de obra substitui capital próprio?

Não substitui: muda o momento. O crédito acompanha o avanço da obra e é quitado com o recebimento das unidades, o que alivia o caixa no meio do caminho. A aprovação depende da empresa, do projeto e das garantias, e não é decidida por nós.

Esta simulação serve para avaliar o meu projeto?

Não. Ela usa premissas fixas e números de exemplo, para mostrar o raciocínio. Um projeto real tem custo, prazo, preço e ritmo de vendas próprios, e é isso que o estudo de viabilidade apura, caso a caso.

Como começa

Se a curva bateu com o seu caso, o próximo passo não tem custo

Se a curva acima se parece com o seu projeto, vale conversar. Respondemos com uma leitura de onde estaria o pico de caixa do seu caso e do que o desloca.

  • Sem compromisso de contratação. A conversa de enquadramento não obriga a nada, e o diagnóstico não obriga a seguir para a estruturação.
  • Escopo escrito antes de começar. Prazo e valor definidos caso a caso.
  • Confidencialidade. Documentos e números do cliente não circulam fora do trabalho.