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DALETH · Estruturação de Negócios
Ao seu lado na construção da sua história.
Estruturação de Negócios Imobiliários · Construtoras e incorporadoras de médio porte · Base em Belo Horizonte, atuação nacional

Para realizar mais, é preciso estruturar melhor

A DALETH integra empresa, empreendimento e capital numa mesma lógica de decisão. Um mesmo terreno e uma mesma empresa rendem operações diferentes conforme a forma como são modelados: nós mapeamos o que existe, modelamos os caminhos possíveis, estruturamos o escolhido e conduzimos a implantação depois da decisão.

As três dimensões: Empresas · Empreendimentos · Capital

Que cadeira nós ocupamos

Estruturação: a decisão que vem antes do crédito, do projeto e da obra

Modelamos os caminhos que o negócio permite, estruturamos o escolhido e conduzimos a implantação até a estrutura se sustentar.

Não é crédito, não é curso, não é BPO — a terceirização da rotina financeira — e não assumimos a execução. É estruturação: organizar a decisão que vem antes de cada uma dessas coisas. Trabalhamos ao lado do contador, do advogado, do engenheiro e do banco que já estão na mesa, sem ocupar o lugar de nenhum deles.

Por onde entrar

Em que momento você está?

Toda demanda chega por um de dois caminhos. Escolha o que descreve o seu momento: a lógica de decisão é a mesma nos dois.

Oportunidade · quero realizar algo novo

Há potencial a realizar. Falta estruturar o caminho.

Barreira · quero avançar, mas algo está limitando o próximo passo

O caminho existe. Falta enxergar o que trava e em que ordem resolver.

Prefere ver a lógica antes de conversar? Simule como a estrutura de capital muda a exposição de caixa →

De onde vem a leitura

Engenharia, economia, incorporação e crédito, dos dois lados da análise

Quem conduz o trabalho já esteve do lado de quem analisa uma operação e do lado de quem a estrutura, e acompanhou ciclos completos de incorporação, do terreno à entrega. É daí que vem a leitura de cada caso, e não de um modelo pronto. Quem conduz o trabalho →

A tese

Potencial não basta. É preciso estruturá-lo

Produto, terreno, estrutura societária, tributação, orçamento, cronograma, vendas e capital não são decisões independentes. Uma alteração de produto afeta o orçamento; o orçamento afeta o caixa; o caixa afeta o capital; o capital pode afetar o cronograma; o cronograma afeta a estratégia comercial. E a estrutura societária interfere em risco, governança, tributação e funding.

Trabalhar de forma multidisciplinar, aqui, não é reunir especialidades. É conectar consequências.

A DALETH existe para fazer essas decisões conversarem antes que uma solução qualquer seja tratada como definitiva.

Quase todo mundo no mercado concorda que a decisão vem antes da obra. A diferença está no que se faz com isso: o nosso segundo movimento não é recomendar, é modelar.

Situações que se repetem quando a decisão é tomada isolada:

  • O resultado do projeto é aprovado antes de a curva de caixa ser testada.
  • A estrutura societária e tributária foi escolhida sem comparar alternativas.
  • O capital entrou na conversa depois de o negócio estar decidido, sem margem para negociar.
  • A empresa cresceu e a estrutura de decisão não acompanhou.
O método

Quatro movimentos, uma mesma lógica de decisão

O mesmo caminho vale para um terreno, um empreendimento em andamento, uma empresa inteira ou uma demanda de capital. O que muda é por onde se entra.

1 · Mapear

Entender antes de recomendar: a demanda, os dados que existem, os que faltam e a situação real, não o sintoma.

2 · Modelar

Desenhar caminhos antes de escolher: as formas possíveis de organizar o negócio, com o que cada uma custa, exige e devolve.

3 · Estruturar

Transformar a decisão em uma operação capaz de funcionar: societário, tributário, documental, financeiro e de funding.

4 · Conduzir

Fazer a estrutura funcionar fora da planilha: acompanhar a implantação, verificar, cobrar o combinado e corrigir a rota.

Quatro movimentos, e o segundo é o que muda o resultado. Mapear e estruturar existem em qualquer trabalho técnico sério. Modelar é a etapa em que ainda não se decide: compara-se. É o passo que costuma ser pulado quando o instrumento já foi escolhido antes da conversa. Ver o método em detalhe →

Como trabalhamos

Três princípios que não mudam de caso para caso

Começamos pelo negócio

Antes de falar de crédito, de projeto ou de sociedade, escrevemos o que a empresa quer realizar e o que isso exige. Sai daqui o mapa da situação: o que está decidido, o que está em aberto e o que ainda falta levantar.

Modelamos antes de estruturar

Nenhum caminho é tratado como único. Sai daqui o quadro de alternativas: as formas possíveis de organizar aquele terreno, aquele empreendimento ou aquela empresa, lado a lado, com premissas escritas e a consequência de cada uma.

Conduzimos até a estrutura se sustentar

Acompanhamos a implantação junto de quem executa: revalidamos os números, verificamos o que foi combinado e registramos cada correção de rota. A execução continua com a empresa.

Modelar é o movimento que nos separa. A maior parte do mercado chega com o instrumento já escolhido. Nós colocamos os caminhos lado a lado antes de escolher um.

As nove modelagens são a prova do repertório por trás disso. Ver o repertório →

As três dimensões

Onde empresa, empreendimento e capital passam a conversar

São dimensões interdependentes, e não uma escada. O trabalho pode começar por qualquer uma delas, mas nenhuma decide sozinha: o capital é consequência de uma operação estruturada, e a empresa é o que sustenta vários empreendimentos ao mesmo tempo.

Empreendimentos

O desenho econômico, técnico e operacional do negócio: produto, terreno, viabilidade, cronograma, incorporação, vendas e acompanhamento até a entrega.

Ver a dimensão →

Empresas

A capacidade organizacional que sustenta decisões e vários empreendimentos ao mesmo tempo: estratégia, processos, financeiro, contábil, societário e tributário.

Ver a dimensão →

Capital

A forma, o momento e as condições em que o recurso entra na operação: enquadramento, crédito bancário, investidores e mercado de capitais.

Ver a dimensão →
Do terreno à entrega

Em que momento a DALETH entra

Quanto antes, mais caminhos existem. Os pontos em dourado são as etapas em que participamos da decisão, e não apenas do acompanhamento.

TerrenoAvaliar, comparar formas de aquisição e negociar.
ProdutoDefinir o que cabe e o que vende naquele lugar.
ViabilidadeTestar cenários, preço, ritmo e exposição.
EmpresaOrganizar o que a análise externa vai pedir.
CapitalEnquadrar, montar e negociar a operação.
AprovaçõesIncorporação, licenças e documentação.
Obra e vendasMedições, liberações e revisão de cenário.
EntregaResultado apurado e conclusões do ciclo.
Repertório

Não existe uma única forma de fazer um empreendimento

Um mesmo terreno pode ser vendido, permutado, incorporado, faseado, associado ou financiado de maneiras diferentes, e cada escolha muda risco, caixa, retorno, tributação, produto e prazo. O nosso repertório serve para comparar esses caminhos antes de escolher um.

Societária

Sociedade de propósito específico (SPE), holding, conta de participação, entrada e saída de sócios, acordo e isolamento de risco.

Aquisição do terreno

Permuta física, financeira ou mista, opção de compra, prazo e parceria com o proprietário.

Funding

Crédito bancário, Caixa, investidores, mercado de capitais e recursos próprios.

Estrutura do empreendimento

Organização em fases, torres ou quadras, e a relação de caixa entre elas.

Ver as nove modelagens, uma a uma →

Como começa

Pronto para contar o seu caso?

Você já viu como pensamos. Agora conte o momento da sua empresa ou do seu empreendimento: respondemos com uma primeira leitura e, se fizer sentido, a proposta do diagnóstico de estruturação, com escopo, prazo e valor definidos antes de começar.

  • Sem compromisso de contratação. A conversa de enquadramento não obriga a nada, e o diagnóstico não obriga a seguir para a estruturação.
  • Escopo escrito antes de começar. Prazo e valor definidos caso a caso.
  • Confidencialidade. Documentos e números do cliente não circulam fora do trabalho.